domingo, 25 de fevereiro de 2018

3.000 missionários apresentaram o evangelho durante as Olimpíadas de Inverno



Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2018, em PyeongChang, Coreia do Sul, terminaram neste final de semana. Após quase um mês de medalhes distribuídas e recordes batidos, os atletas do mundo todo voltarão para casa com diferentes experiências para contar. Nas arquibancadas, milhares de fãs de esporte desfrutaram do evento.

Mas do lado de fora dos ginásios e arenas, longe dos holofotes, cerca de 3.000 missionários aproveitaram o evento para pregar o evangelho. Aproximadamente mil deles estiveram nas ruas de Pyeongchang, ou em frente aos locais de competição. Os outros 2.000 missionários – sul-coreanos e estrangeiros – trabalharam na cidade vizinha de Gangneung, onde os eventos olímpicos indoor foram realizados.

Marty Youngblood, líder da equipe de missões da Convenção Batista da Geórgia (EUA), está em sua quinta olimpíada. Ele diz que embora não exista uma contagem confiável de missionários nas outras, o número de missionários locais da Coreia do Sul supera em muito o das outras edições.

Isso se explica por que a Coréia do Sul é o segundo país que mais envia missionários no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. A visão missionária de suas igrejas é antiga e consolidada.

As Igrejas cristãs unidas da Coréia, que reúne 144 congregações no pais, ajudou os missionários estrangeiros a encontrar local para ficar e os ajudou a compreender melhor a cultura coreana. Muitas igrejas evangélicas coreanas montaram “estações de recepção” aos turistas em seus estacionamentos, onde distribuem lanches, café e literatura cristã.

A Igreja Presbiteriana de Somang – localizada bem perto do estádio olímpico – hospedou apresentações de uma orquestra ao vivo e membros da igreja vestidos com trajes tradicionais. Ela é apenas uma entre as 26 igrejas de Gangneung com ministérios diretamente envolvidos na evangelização durante os jogos.

Há missionários que oferecem bebidas quentes para atletas e turistas como forma de iniciar uma conversa e ter a oportunidade de falar sobre fé. Outros, na maioria universitários, distribuiam literatura em diversas línguas e estão prontos a dar seu testemunho a todos que desejassem ouvi-lo.

Curiosamente, um dos ministérios que afirma ter conseguido atrair mais gente para seu stand é da União de Estudantes Batista. Segundo o pastor Myungsu No, que está trabalhando com eles este ano, seus alunos estão trocando pins (broches). Essa é uma ‘febre’ em toda Olimpíada de Inverno.

Enquanto a maioria dos atletas e turistas levam pins que retratam um determinado país, esporte ou equipe, os grupos missionários oferecem um que diz “Mais valioso que o ouro”. Quando as pessoas perguntam o que isso significa, eles fazem uma breve explanação sobre a salvação. 

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Arqueólogos encontram “selo” do profeta Isaías em Jerusalém



A mão do próprio profeta Isaías pode ter feito as inscrições num selo de argila – chamada de bula – datado do século 8 a.C. e descoberto agora em escavações perto do Monte do Templo de Jerusalém.

De acordo com a arqueóloga da Universidade Hebraica Dra. Eilat Mazar, sua equipe descobriu a minúscula bula, ou impressão de selo, no Ophel, localizado no sopé da encosta sul do Monte do Templo. A descoberta foi publicada na quarta-feira em um artigo: “Esta é a assinatura do Profeta Isaias?” na nova edição de Revista de Arqueologia Bíblica.

Na pequena peça, com menos de um centímetro, a observa-se a figura do que parece ser um cordeiro e a frase “motivo de bênção e proteção encontrado em Judá, particularmente em Jerusalém”. Contudo, por estar quebrada,  precisa ser melhor estudada antes de um “veredito” final. A esperança é encontrarem o pedaço restante ou outra igual.

Na sua porção legível, há uma inscrição com as letras hebraicas usadas no período do Primeiro Templo, que parecem soletrar l’Yesha’yah [Pertence a Isaias]. Na linha abaixo, há a palavra parcial nvy, que significaria “profeta”.

“Como a bula está ligeiramente danificada no final da palavra nvy, não se sabe com certeza se originalmente terminava com a letra hebraica aleph, escrevendo a palavra hebraica para ‘profeta’ e não restaria dúvida que aquele era o selo usado como a assinatura do profeta Isaías”, esclarece Mazar.

Ela estava a cerca de 10 metros de distância do local onde, em 2015, a equipe de Mazar descobriu a bula com a inscrição “do rei Ezequias de Judá”. O 12º governante do reino de Judá, Ezequias reinou entre 727 e 698 a.C., durante o período em que o reino do norte (Israel) caiu diante dos assírios. Cerca de 20 anos depois da derrota ao norte, Ezequias teve sucesso em impedir a investida assíria  contra Jerusalém.

“Caso seja comprovado que essa bula é realmente a do profeta Isaías, como acreditamos, não deveria ser surpresa que ela foi descoberta próxima a de uma que carrega o nome do rei Ezequias, dada a relação de proximidade do profeta Isaías e do rei Ezequias descrita no Bíblia “, avalia Mazar.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Polícia pede ajuda a pastores e criminalidade diminui em cidade americana



A relação entre policiais e os moradores das comunidades carentes sempre é problemática. Nos EUA, o chefe de polícia Larry Boone, da cidade de Norfolk, estado da Virgínia colocou em prática um projeto que está dando resultados muito positivos.

Evangélico, ele decidiu pedir ajuda aos pastores da cidade no ano passado. “Seria fantástico se os membros do clero e a polícia pudessem fazer junto a patrulha em algumas das nossas áreas mais problemáticas da cidade”, compartilhou Boone com um grupo de pastores. A resposta foi positiva e todos os presentes aceitaram o convite.

Chamado de “The Clergy Patrol” [Patrulha do Clero], a ideia é colocar um policial e um pastor, lado a lado, para atender os chamados. Nesses casos, a polícia intervém e, quando a situação está controlada, o líder religioso pode ministrar da maneira que desejar.

Antipas Harris, um dos pastores que faz parte do projeto, diz que esta é “uma ótima ideia… podemos ser proativos, estabelecendo uma relação com os moradores e tentando encontrar maneiras de ajudar”. Ele conta que houve casos em que os suspeitos pediam oração. “Já orei até por homens que estavam algemados. Na maioria das vezes, essas pessoas aceitam de bom grado que oremos por elas”.

O chefe Boone também comemora: “O pastor está junto para dar algum conselho, dialogar, dependendo do caso. Isso beneficia nossa comunidade, que beneficia o governo, incluindo a polícia, assim como a própria Igreja. Para mim, é tanto um ministério quanto uma missão”.

O pastor Leroy Briggs, que foi capelão da polícia de Norfolk durante 18 anos, vê similaridades no trabalho de policiais e de membros do clero: “Ambos servem e protegem… Jesus mandou que seus discípulos andassem de dois em dois. Assim um poderia se apoiar no outro. Agora, podemos nos apoiar mutualmente e melhorar a comunidade”.

Segundo Briggs, a presença de um pastor pode ter um efeito psicológico. “Quando você vê um policial e um pastor junto, é algo que oferece uma atmosfera, um ambiente de paz”.

Esse trabalho em conjunto também está dando aos pastores uma compreensão nova sobre o trabalho dos policiais e da realidade da cidade onde vivem. Conforme Harris diz: “A maioria deles diz que isso mudou a sua vida”.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Ora São Luís encerra semana de retiros com multidão na Praça Maria Aragão



A quarta-feira de Cinzas (14) foi marcada pelo encontro de milhares de pessoas para celebrar a fé, na Praça Maria Aragão. Com apoio do Governo do Maranhão e da Prefeitura de São Luís, a capital maranhense viveu grandes momentos de louvor e adoração durante o Ora São Luís, que encerrou a edição anual do Encontro de Retiros Culturais.

Com a Praça Maria Aragão lotada, o encontro reuniu jovens que participaram da Semana Maranhense de Retiros Culturais e outros milhares de fiéis que louvaram ao som de atrações nacionais e internacionais, como as bandas Christafari e Som e Louvor, e dos cantores Maurício Paes e Cassiane.

A grande programação também contou com as apresentações dos grupos Forró de Crente, Fogo e Glória, Carlos Alfredo, Normando França, Jhonny, Lídia Carollini, Joel Mistokles e Francivaldo Borges.

Esse foi o quarto ano consecutivo que o evento contou com o apoio do Governo do Estado, e, mais uma vez, levou milhares de pessoas para o encerramento. “Nós valorizamos a participação de todas as pessoas. Por isso apoiamos os retiros culturais, que são a forma pela qual a população evangélica aproveita o tempo do carnaval, desenvolvendo as suas manifestações culturais próprias, e o fazemos com muita convicção, porque são milhares de jovens que participam deste momento tão importante”’, contou o governador Flávio Dino, que participou de alguns dos retiros realizados pela edição 2018 do Encontro.

Para o prefeito Edivaldo Holanda Júnior este foi mais um momento para o Estado e a Prefeitura se fazerem presentes para os maranhenses. “A Prefeitura de São Luís está presente em todos os eventos culturais da cidade, e o Ora São Luís e o Retiros Culturais são os dois grandes eventos do povo cristão em São Luís, e que este ano aconteceram juntos. Foi muito bom presenciar essa multidão reunida, louvando e agradecendo a Deus e pedindo mais bençãos para a nossa cidade”, destacou o prefeito Edivaldo Holanda Júnior.


segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Ora São Luís vai ser realizado na Maria Aragão



Um grande encontro de fé e adoração. Essa é a proposta do ‘Ora São Luís’ e Encontros Culturais, evento que acontece nesta quarta-feira (14), a partir das 15h, na Praça Maria Aragão, em São Luís. O evento, voltado para o público cristão, tem se consolidado como um dos grandes momentos de fé, oração e louvor da capital, realizado sempre após o Carnaval.

Além de convidados locais, o ‘Ora São Luís’ traz, em 2018, convidados internacionais e nacionais. A banda Christafari participa pela primeira vez do evento. Originária dos Estados Unidos, a banda de reggae cristão é conhecida por louvores como ‘Hosanna’, ‘Oceans’, ‘Here i am to workship’, ‘Christafari’, entre outros. Por meio das músicas, o grupo traz para São Luís mensagens de fé, amor e esperança.

O ‘Ora São Luís’ conta, ainda, com as presenças dos cantores Maurício Paes e Cassiane e da banda Som e Louvor. Entre outras canções esperadas estão ‘Com muito louvor’ e ‘Amigo Espírito Santo’, da cantora Cassiane; ‘Família debaixo da graça’, ‘Louvor e Honra’ e ‘Tua graça me basta’, do cantor Maurício Paes; e ‘Deus estava lá’, ‘De janeiro a janeiro’ e ‘Adora’, da banda Som e Louvor.

O evento contará, ainda, com a participação de Forró de Crente, Fogo e Glória, Carlos Alfredo, Normando França, Jhonny, Lídia Carollini, Joel Mistokles e Francivaldo Borges. As atrações prometem momentos de animação, louvor e adoração.

Retiros culturais

O evento na Praça Maria Aragão também será marcado pela presença de jovens que participaram da Semana Maranhense de Retiros Culturais. O grande encontro de fé que acontecerá no local vai marcar o encerramento das atividades dos retiros e deve reunir milhares de pessoas.